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Como o próprio nome já define, renda fixa é uma categoria de investimentos na qual já é possível "prever" o quanto de retorno que o investidor terá. Em geral, o maior risco é de não se receber a quantia investida de volta, que é o risco de crédito. Esse risco, no entanto, pode ser mitigado de duas formas. A primeira é através da diversificação, de modo a não ficar dependendo de um único credor. A outra é escolher aplicações de emissores confiáveis, como títulos públicos federais, CDBs de bancos de primeira linha, fundos de renda fixa ou poupança. No Brasil, esta categoria é muito atrativa, considerando que possuímos as taxas de juros reais mais altas do mundo.
Exemplos: Poupança, Títulos Públicos, CDB, Fundos DI e Fundos de Renda Fixa. |
Nesta categoria, o retorno dos investimentos pode estar ligado a outras variáveis, além da taxa de juros e do risco de crédito. Se por um lado a indexação a outros fatores traz maior incerteza (risco), isso é compensado pela expectativa de retornos mais elevados. Não existe alto retorno sem risco. No caso das ações, por exemplo, seu desempenho está bastante associado ao resultado (lucro) e perspectivas das empresas. Como essas percepções e expectativas mudam diariamente em função das novas informações disponíveis no mercado, os preços ficam sujeitos a oscilações que podem ser positivas ou negativas. Quanto maior a confiança na empresa, principalmente se acompanhado de um longo horizonte de investimento, menos importante são as oscilações de preço de curto prazo.
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Imóveis |
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O investimento em imóveis é bastante comum na cultura brasileira. Nesta categoria, definimos como investimento a compra de um imóvel com a intenção de obter alguma renda, seja na forma de aluguel, seja na forma de valorização no momento da venda. Os imóveis, pelo fato de não serem "ativos financeiros", geralmente oferecem maior conforto ao investidor, pois é possível vê-lo por ser um bem físico. De fato, podem oferecer bons retornos, principalmente se forem observados no momento do investimento alguns riscos que são geralmente ignorados. Os tipos de risco mais comuns são o de liquidez (não conseguir vender o imóvel pelo preço e no momento que se deseja), o de ter o imóvel desocupado por algum período (e os custos associados a sua manutenção), o da não entrega (no caso de imóveis ainda na planta), o de mudanças na vizinhança e o da desvalorização da região. É importante levar esses aspectos em consideração para evitar surpresas no retorno desse investimento. Exemplos: Casas, Apartamentos, Terrenos ou Fazendas. No próximo newsletter iremos discorrer sobre "O que fazer agora?". Caso tenha dúvidas, sinta-se à vontade para entrar em contato conosco através do e-mail: contato@sparta.com.br. |
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